Masters of fi-Sci

Tira tua capa, mestre
Tons de honra enfeitam tua fachada

Mira minha face, mestre
Ouve a frase que agora me disseste…

“A mim pertence o teu porvir”

Ouve bem e mais uma vez, mestre:

“A mim pertence o teu porvir”

Tira tua capa, mestre
Arma tua guarda
E poupa para as mulas teus conselhos
Tens me dito apenas água
Arma tua guarda
E sela este teu peito

Eu, por pouca vida, falo a ti de baixo
Eu, por teus grisalhos, te respeito
Eu por minha mãe fui educado

Esse mesmo eu, não posso crer
Que, da posição que te ergueram,
De onde te diriges,
Mande a mim precisamente estas palavras
Eu não posso crer que não tenhas nada de melhor a dizer
E que ainda queiras que te leve a sério

Afiaste pontiaguda sobre mim tua crítica e esqueceste o parafuso da bainha
Graduaste o pH da ladainha e saqueaste a auto-confiança delegada a teus cuidados
Sinto, pilhério, mas é chegada a hora da falácia
Lustra tua cara de tacho e borrifa onde quiseres o “etéreo”
“Etéreo” é o lastro em que te sustentas para tecer teus comentários

Toma! Veste tua capa, mestre
Francamente…
A transparência revelada do teu ser me causa náusea.

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